domingo, junho 21

Voltei

Para alegria de uns e tristeza de muitos mais, cá estou de novo!
A frequência de intervenção será menor, mas, como dizia o outro, vou andar por aqui

5 comentários:

marceano disse...

Benvindo ao teu espaço..
Com escreveu o Eça: Fatalismo muçulmano. Nada desejar e nada recear. Não se abandonar a uma esperança - nem a um desapontamento.. Tudo aceitar, o que vem e o que foge, com a tranquilidade com que se acolhem as naturais mudanças de dias agrestes e de dias suaves.....sobretudo não ter apetites e, mais que tudo, não ter contrariedades...
Escreveu assim prós portugueses. E sendo bem mais velho que nós..ensinou-nos a navegar nesta barca podre..!
Um abraço

Pedro Cabeçadas disse...

Caro Marceano
Obr. pelas tuas palavras sábias!
As "obras" são consequência de um pequeno problema de saúde!A "máquina" às vezes falha...
Mas, vou andar por aqui, dando algumas "bicadas"!
Abr

Anónimo disse...

Mesmo assim 15 a obrar foi tempo para fazeres muita merda.

Pois que te faça bom proveito

Anónimo disse...

Fez-me bom proveito sobretudo porque obrei muito e toda a merda foi para anónimo das 7.54
Pedro

marceano disse...

E querem estas gentes merecer algum respeito...
O limiar da democracia..:
"Afortunadamente o Soldado Prático foi escrito por alguém que conhecia os meandros da burocracia, (séc. XVI)... até àquele momento, os relatos ocupavam-se dos aspectos mais visíveis da desgovernança goesa. Couto (relator do Rei..) conseguiu penetrar mais fundo e revelar os verdadeiros mecanismos pelos quais os vice-reis e os seus seguidores defraudavam a gente local e a coroa. Conseguiu demonstrar que não se tratava de simples vigaristas reduzidos a uma escala subtropical, mas meliantes da pior espécie, de engenho digno de espanto"
Excerto, página 62 de um livro publicado aqui,na net, "A LENDA NEGRA DA INDIA PORTUGUESA", ed. Antígona.

Vamos então falar do nosso país, Portugal.
Merecerá um pouco mais de respeito.

Algum dia este tema terá de ter mais alguma atenção. Minas e armadilhas já as conhecemos, pagos pelo nosso Estado, em Africa... Óbviamente.