terça-feira, setembro 26

289. Foi hoje anunciado que mais duas fábricas instaladas em Portugal, vão fechar!O número anunciado de 500 mil no desemprego aumenta rápidamente e não se vê perspectiva de inversão!
Então, o que nos espera?
Com "as reformas a serem adiadas", fechando assim a porta a novos empregos, e com o ritmo de falências e fecho de empresas, o que nos vai acontecer?
É de extrema preocupação o que se está a passar! Os jovens terminam os seus cursos e "engordam" a lista de desempregados! Os emigrantes que têm "invadido" Portugal, vão ocupando lugares sujeitando-se a regras laborais "piratas"! O estado pretende reduzir os seus quadros nuns milhares de pessoas! As empresas, face às dificuldades, não substituem quem sai sobrecarregando quem fica!
Assim, "desenha-se um futuro negro neste cantinho à beira-mar plantado!"
Que se manifeste quem souber como resolver este enrredo!
Entretanto ficamos a ouvir Fausto num tema a condizer, "Desemprego".m3u, e chamo a atenção para a letra......

7 comentários:

Anónimo disse...

Gostei muito do Fausto. O resto ..acho que cada povo tem os governantes que merece.
Uma braço amigo Pedro e força.
António o barbas

Ruralidade disse...

Assino por baixo!
Mas onde estão os gestores e economistas do meu país? Aqueles, e são sempre os mesmos, que aparecem em tudo o que são debates públicos, são curtos de ideias.
Será que não haverá soluções alternativas aos estafados argumentos:
200 mil funcionários para o desemprego
baixar o ordenado aos restantes
reduzir o IRC para 10 a 12%
Será isto sério?

Então, já agora dou uma ideia diferente.
Porque não sugerem a privatização do Banco de Portugal? Tem boas instalações, tem muita mercadoria em stock, é só desfrutar.

João Mãos de Tesoura disse...

Nós somos pessimistas por natureza, haverá incerteza, desemprego, mas se não arregaçarmos as mangas isto não avança... estamos sempre à espera que o Estado resolva os problemas!
As grandes economias sobrevivem devido às grandes iniciativas... quem dá o primeiro passo, os Media? Ah pois é!
Abraço

Ruralidade disse...

Nem de propósito, vejam o artigo da Helena Garrido no DN de hoje 27 de Setembro.

Patricia disse...

É um facto curioso tendo em conta a capa da Revista Visão da semana passada que anunciava uma lufada de ar fresco!

beijos*

Joaquim Seita disse...

isto só lá vai com outro 25 de Abril, mas desta vez a sério, para que resolvamos os problemas de uma vez, deixemo-nos de politiquices baratas, debates bonitos mas enfadonhos, feitos na esmagadora maioria por ex-governates, que como estão fora do governo sabem resolver tudo agora, e isto aplica-se a todos sem excepção, venham viver com a reforma da minha sogra de 226,00 € e saberão como é que canta o galo .

Amigo Pedro bem hajas

Um abraço

J. Seita

alfazema disse...

Pedro
Emigrantes fomos nós toda a vida. Por necessidade procurámos noutras terras as condições que a nossa, madrasta, não nos dava.
Os que aqui chegam são os imigrantes. A tradição mudou e de acolhidos passámos a acolhedores.
Este teu post tinha pano para mangas mas falta-me o tempo.
Beijinhos