segunda-feira, abril 9

O Mercado de Sábado

Como já vem sendo hábito, fui passar a Páscoa a Estremoz!
E no sábado lá fui dar uma voltinha ao tradicional mercado de rua onde podemos encontrar, "lado a lado", galinhas caseiras com azeitonas britadas,
laranjas com camas em ferro, pêras com discos em vinil, e tudo o que se possa imaginar!
É assim todos os sábados! Rua fechada ao trânsito e produtores a venderem "o seu peixe", a par com comerciantes de velharias e antiguidades!
Diz quem sabe que por vezes aparecem "obras importantes"!
Mas tudo decorre muito pacificamente! Quero eu dizer que se nota a falta de vertente comercial dos expositores! Não há barulho e ninguém "apregoa" os seus produtos! São produtores e não vendedores! E, quem quer, quer! Quem não quer.....vai andando!
Uma coexistência pacífica de produtos naturais com relíquias artesanais, da velharia com imitação barata, de galos, perús, pintos e similares, com "garantia" de não terem gripe das aves, de tremoços, amendoins, feijão e grão vendidos "à medida", e mais uma série de "actos comerciais" que não encontramos nas grandes superfícies! O que é melhor? Digam, se souberem.
O tema musical é um clássico:- "Num Mercado Persa"

2 comentários:

Anónimo disse...

É verdade que também eu passo inúmeras vezes à Rua A. Aleixo e lembro-me de vez enquando daquela porta e da garagem onde ensaiámos muitas musiquinhas tocadas com os conhecimentos que tínhamos na altura.
O Dr. Cabeçadas e a sua esposa apesar de acharem por vezes que aquele barulho não teria muito a ver com música mostravam sempre a sua compreensão para quem na altura tinha quinze ou desasseis anos. Tudo isso passou há muito embora pareça que foi há cinco anos atrás.
Os Caveiras Negras tiveram os seus fans apesar da simplicidade do seu reportório mas na época era o que havia por estas bandas. Lembro-me da nossa 1ª guitarra eléctrica e o " sainete " que a mesma fazia quando era apreciada pelos de fora.
Um abraço e boas recordações. António da Louletania

Anónimo disse...

Gostaria de visitar esse Mercado, mas se calhar já não vou a horas! A ASAE, na sua esforçada missão de encaminhar o desprotegido cidadão para os centros comerciais (lá encontra de tudo), já deve ter tratado da saúde a esses "perigosos" mercadores.

Crameia